Chamada perdida em obra
Está debaixo de um lava-loiça ou em cima de um andaime e o telemóvel toca. Quando pega nele, o cliente já ligou a outro.
Guia para quem não dá conta
Em obra, a chamada que não atende costuma ir parar ao próximo profissional da lista.
O guia vem da Clivo, agência portuguesa que faz sites e Google Ads para profissionais de ofício. Mostra como ter o pedido completo no WhatsApp e responder em duas linhas.

Quatro hábitos que poupam clientes.
Quatro situações que se repetem em qualquer ofício.
Está debaixo de um lava-loiça ou em cima de um andaime e o telemóvel toca. Quando pega nele, o cliente já ligou a outro.
Lê-se com as mãos sujas, promete-se responder mais tarde e a hora passa.
Chega só um preciso de um canalizador, e perde-se meia hora a perguntar onde, o quê e para quando.
Quem pede valores a quatro profissionais costuma ficar com o primeiro que responde.
Quatro sinais que se veem no próprio telemóvel.
Por ordem, do que poupa mais tempo ao que poupa menos.
Pedido de exemplo, com dados inventados, no formato dos avisos reais.
| O que vem no aviso | Pedido de exemplo |
|---|---|
| Serviço | Desentupimento de esgoto |
| Zona | Barreiro |
| Quando | Hoje |
| Fotografias | 2, enviadas pelo cliente |
| Mensagem | O esgoto da casa de banho está entupido e a água não escoa. |
| Contacto | Nome e telefone, para ligar com um toque |
Exemplo de um dia, em quatro momentos.
| Momento | Sem aviso | Com o pedido no WhatsApp |
|---|---|---|
| De manhã, em obra | A chamada fica sem resposta e ninguém deixa recado. | O pedido completo espera no grupo, com o serviço e a zona. |
| À hora de almoço | Ouve as chamadas perdidas e liga a quem lhe lembra. | Lê os pedidos por ordem e responde em duas linhas. |
| A meio da tarde | O cliente já fechou com outro. | Combina visitas pelas fotografias que o cliente enviou. |
| Ao fim do dia | Tenta perceber quem ligou e para quê. | Vê o que ficou por responder e marca a manhã seguinte. |
Nos sites da Clivo, o pedido chega ao WhatsApp com o serviço, a zona e a urgência.
Poucas perguntas, as que decidem se vai e quando.
Três momentos por dia chegam à maioria dos ofícios.
Responda ao que ficou da véspera e confirme as visitas do dia.
Leia os pedidos novos e responda com a mensagem curta. Ligue aos urgentes.
Envie os valores que ficaram em aberto e deixe a manhã seguinte marcada.
Responder depressa é só o princípio.
Exemplos para adaptar, com o seu nome e a sua hora.
«Boa tarde Ana, recebi o seu pedido. Ligo-lhe hoje depois das 14h, pode ser?»
«Boa tarde Ana, para lhe dar um valor certo, pode enviar duas fotografias da avaria?»
«Boa tarde Ana, não trabalho nessa zona. Se quiser, indico-lhe um colega de confiança.»
O aviso traz o pedido. O resto continua a ser consigo.
Receba o pedido completo no WhatsApp e responda em duas linhas assim que puder. O formulário do site pode perguntar logo o serviço, a zona e a urgência.
Sim. Nos sites da Clivo, o pedido aparece em segundos no grupo de WhatsApp do profissional e chega também por email.
Sim, o aviso aparece em segundos depois de o cliente enviar o formulário, seja a que hora for. Quem responde, e quando, é o profissional.
Não. A Clivo não é um registo de pedidos: o pedido chega ao WhatsApp e responde com um toque, sem painéis nem agendas.
Responda na primeira pausa do dia seguinte e diga no site e no perfil a que horas atende. O cliente que sabe quando lhe respondem espera com menos pressa.
Pode, e muitas vezes é mais rápido. Uma mensagem curta a marcar a chamada ou a pedir fotografias avança o pedido sem parar a obra.
Não há um número certo. Quanto mais depressa responder, mais provável é o cliente ficar consigo, porque costuma pedir orçamento a vários.
Nos sites da Clivo, o pedido chega ao WhatsApp com o serviço, a zona e a urgência.
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